Dia da Amizade: amigos podem ser grandes aliados na luta contra o câncer

No dia 14 de fevereiro foi comemorado o Dia da Amizade, que tem como objetivo promover a paz entre todos os povos, celebrando assim a diversidade cultural e o respeito mútuo. Além da importância social, na caminhada por uma saúde melhor, os amigos também podem ser grandes aliados.

Muitas pessoas buscam remédios, tratamentos alternativos, livros que reportem experiências similares às que estão vivendo, mas nem sempre associam diretamente a rede de amigos como uma forma de ajuda e suporte em momentos difíceis, que pode até mesmo prolongar a vida.

Um estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, feito com mais de 2.500 voluntárias com tumores iniciais na mama, aponta que metade das entrevistadas listou pelo menos três indivíduos que as ajudaram na definição da terapia; 20% elencaram duas pessoas; 20% citaram um ente querido e apenas 10% não relataram qualquer tipo de assistência nesse quesito. Segundo Pamela Cristine Ribeiro, chefe de enfermagem da área oncológica da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a presença dos amigos está claramente associada à sobrevivência, com um efeito protetor e fortalecedor. “Eu percebo que os pacientes se fortalecem quando a rede de amigos está presente, esse apoio é fundamental durante o tratamento oncológico”.

A psicóloga Rita Calegari, do Hospital São Camilo, explica que esses laços também não são necessariamente ligados a pessoas da família. “A conexão social imposta pelo convívio, aproximou as pessoas e os vínculos de amizade passaram a ser tão ou mais importantes que os de parentesco”.

A psicóloga explica que a amizade é essencial em todos os momentos e pode se revelar ainda mais importante em um período de dificuldade. “Bons amigos estão conosco nos bons e maus momentos. Por meio deste vínculo tão essencial, suportamos melhor as dificuldades da vida, aprendemos mais rápido, somos mais criativos e possibilitamos mais momentos de felicidade”.

 

Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo é composta por três modernos hospitais que fazem parte da história da capital paulistana: Pompeia, Santana e Ipiranga. Excelência médica, qualidade diferenciada no atendimento, segurança, humanização e expertise em gestão hospitalar são seus principais pilares de atuação. As Unidades têm capacidade para atendimentos eletivos, de emergência e cirurgias de alta complexidade, como transplantes de medula óssea. Hoje, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo presta atendimento em mais de 60 especialidades, oferece ao todo 685 leitos e um quadro clínico de mais de 3,7 mil médicos qualificados. Seus hospitais possuem importantes acreditações internacionais, como a da Joint Commission International (JCI), renomada acreditadora dos Estados Unidos reconhecida mundialmente no setor e a Acreditação Internacional Canadense. A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo faz parte da Sociedade Beneficente São Camilo, uma das entidades que compreende a Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos), uma entidade religiosa presente em mais de 30 países, fundada pelo italiano Camilo de Lellis, há mais de 400 anos. No Brasil, desde 1928, a Rede conta com expertise e a tradição em saúde e gestão hospitalar.