O Bebê nasceu… E Agora o que faço? Opte pelo amor.

Olá! Tentarei dividir minhas experiências boas ou ruins, semana a semana, com um tema diferente. Nesta semana quero contar a vocês a minha experiência sobre como eu lidei com opiniões alheias depois que o bebê nasceu.

O BEBÊ NASCEU

O BEBÊ NASCEU

Além da insegurança por causa da pouca idade, eu tinha 19 anos (e se falando que isso aconteceu há 14 anos), eu estava me sentindo uma pedrinha no fundo do mar. Quando o Rubens nasceu eu ainda estava sem ter noção do que me acontecia, pois quando descobri que estava grávida minha mãe tinha acabado de ganhar meu irmão.

Meu irmão mais novo nasceu em fevereiro/2001 e meu filho nasceu em novembro/2001. Portanto não pude contar com minha mãe para me explicar sobre os acontecimentos e situações que iriam surgir, e tampouco ela pode estar ao meu lado nos momentos mais difíceis.

Neste ano além da maternidade eu também havia me casado, pois já namorava há mais de 1 ano e tínhamos a intenção de noivar. Por isso sempre afirmo que eu não me casei por causa da gravidez e sim porque já amava meu marido e desejava isso para nós.  Após casada fui morar em uma casa cedida pelo meu sogro no mesmo quintal em que ele morava, então tive por 2 meses a vida de casada sem filhos… rs, rs, rs

Quem me apoiou neste momento foi a minha sogra. Eu sempre me relacionei muito bem com ela. Então com todo o carinho ela que lavou as roupinhas do bebe, que limpou minha casa para nossa chegada, me ajudou na minha dieta, (meu parto foi cesárea). Como não sabia nada, nunca tinha cuidado de um recém –nascido segui todas as instruções dela, mesmo quando achava alguma coisa chata, afinal não sabia como devia ser feito e eu não tinha a  internet como vocês tem hoje.

Na segunda gravidez…

Para a segunda gravidez, foi bem diferente. Eu já tinha experiência, já tinha sobrinhos, já tinha informações e vivência.  Dessa vez já não tive tantos medos,  mesmo a minha gravidez não tendo sido planejada.

Nesta gravidez eu já morava em outra casa, apesar de morar bem próximo, optei por não depender tanto da minha sogra e todos que me dedicavam atenção e exclamava a intenção de ajudar eu combinava o que a pessoa poderia fazer com tempo hábil caso ela falhasse eu não ficaria na mão.

Pude ter o carinho de várias pessoas: minha irmã Mariana (que quando o Rubens nasceu ela era criança) e da minha mãe que cuidaram da minha casa, das minhas amigas Luana e Flavia (que cuidaram das roupinhas da Rafaela), da minha cunhada Roseli (que comprou várias coisas que não pude,  nos últimos dias fiquei de repouso)  e da minha sogra que cuidou da minha alimentação durante meu pós-parto.

Portanto não importa se você não tem/teve  estrutura familiar, sempre tem com quem contar: uma amiga, uma prima, uma vizinha.  Basta você demonstrar que necessita, permita que as pessoas façam as tarefas do jeito que acharem necessário;  ouça as opiniões contrárias as suas com atenção;  entenda por quê a pessoa pensa  e faz de determinado jeito.

 OPTE PELO AMOR! Porque é isso que estão tentando te dar: AMOR, CUIDADO, CARINHO E ATENÇÃO.

regina