Deborah Secco faz relato sincero sobre a maternidade

Deborah Secco faz relato sincero sobre a maternidade

Deborah Secco faz relato sincero sobre a maternidade

Olá mamães, a atriz Deborah Secco, faz um relato sensível e corajoso da experiência mais incrível da sua vida, sobre a maternidade.

DEBORAH SECCO

Deborah Secco com a filha

“É como se eu tivesse aberto mão de mim. É confuso e intenso, senti uma tristeza. Mas tudo se ajeita, e o amor só cresce…”, desabafa Deborah Secco,

Para ela, romper com idealizações e cobranças são serviço de utilidade pública! Por isso que você está lendo agora é bem isso: um relato sensível, corajoso e sincero da experiência mais incrível da vida dela.. #somostodosDeborah, agora mais que nunca!

Segue agora um pouco dessa entrevista maravilhosa para a revista Glamour:

G: Sério? Vocês se revezam nos cuidados, é isso?

DS: Minha mãe ajuda bem. E Hugo e eu fizemos cursinho pra aprender a trocar fralda, isso tudo. Uma coisa legal que fazemos desde que chegamos da maternidade é dar banho nela no chuveiro. Como não consegui amamentar muito tempo, porque não tive leite e depois

enfrentei uma mastite [inflamação da mama] bem chata, acho uma delícia criar nosso vínculo agarradinhas no chuveiro. É um laço afetivo muito lindo que se forma nesses momentos. No mais, tento criar sem dramas.

G: O primeiro mês com um bebê é o mais, digamos assim, desafiador. Como foi pra você?

DS: Complicado. Ninguém me avisou que a criança não dá amor no primeiro mês! Ainda mais no meu caso, que não amamentei. Sentia que qualquer pessoa que estivesse ali trocando fralda, dando banho e mamadeira, pra ela estava bom. É uma dedicação absurda, o bebê demanda de três em três horas cronometradas. Aí você sente que dá muito e não recebe nada em troca. É frustrante.

G: Sua gravidez foi bacana?

DS: Fui uma grávida muito chata. Tive muita oscilação de humor. Fiquei muito carente e chorosa. O Hugo falava que 24h não eram suficientes pra mim, eu queria mais dele e de todo mundo. Basicamente, fiquei como na TPM, só que por nove meses [risos]. Mas também tem

uma parte linda: quando o bebê mexe dentro da barriga. Disso sinto falta, de saber que ali ela era só minha.

G: É muito louco o papel do pai nessa primeira fase, né?

DS: Muito! Mas, olha, o Hugo me surpreendeu demais. Ele é jovem [26 anos] e se mostrou mais maduro que eu. Ter ele ao lado me deu tanta força. Hugo me disse todos os dias da gravidez que eu estava linda – eu sabia que eu não estava linda, sabe assim? Duvido que uma grávida se sinta linda, como algumas dizem por aí. É delicioso sentir o bebê, claro, mas linda, linda… isso não.

G: Foi uma gestação planejada?

Não. Parei de tomar pílula pra congelar meus óvulos, porque todas as minhas amigas estavam com dificuldade de engravidar, e o médico falou que o ideal era congelar com 35. Pra fazer o procedimento, tinha que ficar durante seis meses sem anticoncepcional. Aí, por causa de uma camisinha furada, Maria nasceu.

G: Você lembra o dia em que ela foi concebida?

DS: 28 de março de 2015. Eu estava no meu primeiro dia fértil. Coloquei as pernas pra cima porque dizem que isso aumenta as chances de ser menina. Aí a gente ficou um tempão brincando: “Será que Maria já está aqui?”.

G: Você se cobra muito pra ser uma mãe perfeita?
DS: Vou ser a melhor mãe do mundo pra Maria porque sou a única. Vou tentar sempre ser o melhor que posso, mas vou errar, sou humana.

Fonte:http://goo.gl/hdIfsx

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1 Comment

  1. Denise Silva Ribeiro de Macedo

    Gostei da matéria e me identifiquei. Foi só tristeza na primeira semana de vida da minha filha mas depois o amor apareceu e só cresceu.

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