Autismo – Causa e Como Identifica-lo

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Mamães, é com imenso prazer que trago para vocês mais uma novidade muito bacana e     útil. Tem início aqui no blog, a Coluna Pedagogia, que será escrita pela pedagoga     Silvia Rosa da Silva e o primeiro tema será sobre Autismo.

A coluna será semanal e publicada toda nas terças ou quartas-feira de cada semana.

Espero que vocês aproveitem muito as contribuições da nossa nova colunista e, desejo      muito sucesso à Silvia.

Autismo

O autismo, também chamado de Transtorno do Espectro Autista, é um Transtorno Global   do Desenvolvimento (TGD) que tem influência genética e é causado por defeitos em partes do cérebro..

O autismo caracteriza-se por dificuldades significativas na comunicação e na interação social, além de alterações de comportamento, expressas principalmente na repetição de movimentos, como balançar o corpo, rodar uma caneta, apegar-se a objetos ou enfileira-los de maneira estereotipada. Todas essas alterações costumam aparecer antes mesmo dos 3 anos de idade em sua maioria, em crianças do sexo masculino.

Para o portador de autismo, o relacionamento com outras pessoas costuma não despertar interesse. O contato visual com o outro é ausente ou pouco frequente e, a fala é usada com dificuldade. Algumas frases podem ser constantemente repetidas e a comunicação acaba se dando, principalmente, por gestos. Por isso, evita-se o contato físico no relacionamento com o autista – já que o mundo, para ele, parece ameaçador. Insistir neste tipo de contato ou promover mudanças bruscas na rotina dessas crianças pode desencadear crises de agressividade.

Sou formada em Pedagogia, trabalhei 2 anos com um Projeto na Escola da Prefeitura de SP, de 2010 à 2012. Participei durante estes dois anos do Curso de Formação e Apoio à Inclusão (CEFAI). Foi o que me preparou para encarar novos desafios dentro do ambiente escolar, assim, consegui acompanhar um adolescente autista e desenvolver um trabalho pedagógico com ele.

Não percam na próxima edição, vou detalhar como foi desenvolvido o trabalho com uma criança autista, e de que forma podemos minimizar a dificuldade no relacionamento e trilhar um bom caminho para o desenvolvimento do portador de autismo.

Até semana mais.

silvia3

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30 Comentários

  1. Carlah Ventura
    15 de julho de 2014

    Muito bom e informativo o post as vezes não sabemos como lidar com a situação e infprmação é sempre importante

    Responder

  2. Nanda
    15 de julho de 2014

    muito bom post parabéns
    é bom entender mais sobre o autismo
    já trabalhei em escola e lá tinha duas crianças
    era bem complicado por eles não interagiam mesmo
    linda noite bjs

    Responder

  3. Silvia
    15 de julho de 2014

    Feliz é aquele que adquire conhecimento e
    consegue passar para aqueles que o cercam.
    Parabéns, Adriana pelo Blog.
    Um abraço à todos!

    Responder

  4. Juliana
    16 de julho de 2014

    Eu também tenho um post em meu blog, falando do autismo.
    Adorei as dicas de como identificar, quais as causas mais aparentes…
    Muito importante contribuir com o assunto.
    Bjs
    Ju.

    Responder

  5. Chris Ferreira
    16 de julho de 2014

    Gostei muito do post e já estou ansiosa pelos próximos posts.
    beijos
    Chris
    http://inventandocomamamae.blogspot.com

    Responder

  6. Marcella Stelle
    16 de julho de 2014

    Parabéns pela coluna, deixou o blog com mais informação e conteúdo, perfeito!

    Adorei o texto … é bom falarmos sobre autismo, ainda existe muitas dúvidas e questões que nos fazem não agir corretamente com alguém que tenha o transtorno.

    Beijos, Má
    Te espero no blog Mamãe de Salto

    Responder

  7. Lilia Faria
    16 de julho de 2014

    Silvia, esse realmente é um assunto importantíssimo. Gostei de falar sobre isso aqui, acho que muita gente ainda precisa aprender a lidar com isso (e eu me incluo nisso)
    beijos

    Responder

  8. Isa Lopes
    16 de julho de 2014

    Parabéns pelo post, super informativo!
    Adorei saber mais sobre o autismo, beijos!
    islary34.blogspot.com

    Responder

  9. Jamilly Lima
    16 de julho de 2014

    Parabéns pela nova coluna.
    Meu tcc de graduação foi sobre o autismo.

    Beijos

    Responder

  10. simeia silva
    17 de julho de 2014

    Post muito importante e informativo,conheço um pequeno autista,ele observa tudo,adora uma bola… amei essa coluna.
    bjs

    Responder

  11. Cléo Moretti
    17 de julho de 2014

    Sempre bom saber sobre esses assuntos, afinal fala-se muito pouco sobre isso!

    Responder

  12. geri
    17 de julho de 2014

    Nossa é um assunto muito importante, bom saber mais. Bjus
    http://geriencantodemenina.blogspot.com.br/

    Responder

  13. Roberta Aquino
    17 de julho de 2014

    Assunto sério .. post maravilhoso …
    Tenho uma vizinha que só descobriram com quase 2 anos …
    agora está em tratamento mega atrasado .. mas correndo atrás ..
    de olho nos sinais sempre!!

    Roberta Aquino
    Diário de uma Princesa

    Responder

  14. Shairane Mello
    17 de julho de 2014

    Muito boa essa postagem é sempre bom saber mais, afinal temos que estar atentas.
    bjcas
    http://estou-crescendo.blogspot.com.br/

    Responder

  15. Viviane Petri
    21 de julho de 2014

    Que maravilha. Amei a nova coluna, sempre bom aprender com especialista. E quando mais informações sobre o autismo é melhor para interagir com quem próximo nós tenha. Bjs
    Vivi e Isaac

    Responder

  16. Pati Quental
    15 de julho de 2015

    Vale salientar que os aspectos gerais do autismo não se aplicam a todos os autistas e que a causa do transtorno ainda é totalmente desconhecida.
    Existem estudos e suspeitas mas as causas ainda são desconhecidas e pelo que sabemos podem variar de individuo para individuo.
    Bem como as estereotipias e os graus de autismo.
    Alguns autistas podem apresentar grau leve e conseguirem se desenvolver normalmente, podem ser verbais ou não verbais, podem apresentar a recusa ao toque, fugir de sons e estimulos fortes ou podem buscar sensações incansavelmente, por tanto, buscando o toque, sons, cheiros e afins. Podem viver no seu mundinho e serem dificeis de acessar mas também podem ser ultra carinhosos e amorosos. E podem também apresentar uma hiperatividade bem dificil de lidar.
    Acho que o post é bem bacana mas merece ter uns adendos para que as familias entendam que o autismo não é preto no branco e que as variantes do espectro merecem atenção tanto na identificação para a busca de ajuda clinica quanto no tratamento e terapias que se busca.
    Sou mãe de autista diagnosticado e entendo que não seja fácil de entender e transmitir o que é o transtorno global do desenvolvimento, por isso resolvi fazer este comentário.

    Responder

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